Viagem para o Pará: Santarém

Orla de Santarém

Orla de Santarém

 

No caminho para Alter do Chão passei por Santarém, mas naquele momento não senti vontade de ficar. Não sei se pela expectativa de chegar até tudo o que eu sabia que me esperava em Alter, ou por não ter simpatizado com a cidade logo de cara. Sabe quando você tem uma má impressão de um lugar e depois que conhece super se arrepende de não ter conhecido antes? Foi esse meu caso com Santarém. Fiz amizade com uma nativa da cidade e a minha opinião mudou logo que ela começou a me apresentar o lugar.

A cidade fica no encontro dos rios Tapajós e Amazonas, dois gigantes, e esse é um maiores cartões postais da cidade. É a terceira maior cidade do Pará e uma das mais desenvolvidas em termos de infraestrutura: tem escolas, hospitais, aeroportos e tudo mais. Além disso, tem uma grande extensão de praias de água doce, cercadas pelos mais diversos panos de fundo: vegetação, rochas, dunas e etc. A maioria fica ao longo do Tapajós, que tem águas cristalinas e uma grandeza realmente impressiona.

Onde ficar?

Hotel Mato Grosso: Escolhi um hotel bem localizado e com uma internet excelente (era o que eu mais precisava naquele momento para subir alguns materiais). A vista linda do quarto me surpreendeu. Foi uma perfeita escolha custo-benefício: os quartos são espaçosos, os atendentes são solícitos e o serviço como um todo é ótimo. Recomendo!

Vista do Hotel Mato Grosso - Santarém

 

Onde comer?

Todos esses lugares foram dicas da minha amiga santarena (denominação para quem nasce em Santarém), Ana (@anacarlamedvet).

Açaí Santarém: tem um açaí maravilhoso (óbvio). A consistência dele é bem durinha e é um dos poucos lugares que têm ingredientes adicionais, igual aos que temos em outras partes do Brasil.

Açaí Santarém

 

Restaurante Piracema: Delicioso! Esse restaurante é frequentado pelos moradores locais. A especialidade deles é peixe. Pedi uma entradinha que vinha peixe acompanhado de banana. Uma combinação perfeita.

Restaurante Piracema - Santarém

 

Restaurante Nossa Casa: Não conheci este, mas de acordo com a Ana é o melhor italiano que tem por ali.

 

O que fazer?

Orla de Santarém: boa para caminhadas e para aquela corridinha diária. A dica é ir ao amanhecer ou ao entardecer, no resto do dia é muito quente. Dá pra curtir os quiosques, as feirinhas, os bares e o visual. Vale a pena o passeio!

Centro Cultural João Fona: o terceiro prédio mais antigo da cidade que já foi até uma cadeia pública e que hoje abriga um museu onde pode-se encontrar peças e cerâmicas da cultura tapajônica, além de alguns fósseis (o mais impressionante é a exibição do esqueleto de uma baleia) e outros artigos. A entrada é franca.

 

Beijos e qualquer coisa, conte comigo!

Gi Salvatti.

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